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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Primavera!!!



Primavera

Ah! Quem nos dera que isto, como outrora,
Inda nos comovesse! Ah! Quem nos dera
Que inda juntos pudéssemos agora
Ver o desabrochar da primavera!

Saíamos com os pássaros e a aurora.
E, no chão, sobre os troncos cheios de hera,
Sentavas-te sorrindo, de hora em hora:
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"

E esse corpo de rosa recendia,
E aos meus beijos de fogo palpitava,
Alquebrado de amor e de cansaço.

A alma da terra gorjeava e ria...
Nascia a primavera... E eu te levava,
Primavera de carne, pelo braço!


Olavo Bilac, in "Poesias"




  
Sempre a Primavera!

 Quando a Primavera volta ,
 trazendo flores e cores
é como se a alma em festa
sentisse tantos sabores!




Os perfumes são variados,
sentimentos anunciados
é como se o amor também 
fosse por ela "abraçado"...


É um abraço prolongado!
Perfumado, comovido...
Convidativo, galante...
como eternos namorados!
(Nyce.)


Que a Primavera, traga consigo a certeza que 
renascemos a cada instante...
Que os melhores sentimentos sejam nossa
 companhia de todos os minutos...
Que a vida nos sorria, por que aprendemos a sorrir para ela...
Que o AMOR  não seja algo que buscamos no outro,
 mas um sentimento que existe em nós e que podemos 
(e devemos) compartilhar!
Feliz todos os dias, com muitas cores, 
flores, perfumes, amor, alegria, fé,
esperança , paz!!!
Um abraço imenso...
Nyce.








sábado, 16 de agosto de 2014

Ah! Esse abraço...


Que abraço é esse!
Que vem de tal maneira.
Tão intenso.
Que ultrapassa qualquer barreira.

Ah! Esse abraço.
Que me envolve nesse laço.
Tira o meu cansaço.
E me enche de alegria.


Esse abraço tão marcante.
Que mesmo estando distante.
Ainda me sinto envolvida.


Ah! Esse abraço.
Tão especial tão normal.
Tira qualquer carência emocional.


Esse abraço de amor, carinho, amizade.
Esse abraço de irmão, mãe e pai.
Esse abraço de amigo tão querido.
Esse abraço de namorado tão marcado!


Ah! Esses abraços...
Eu quero estar nesse laço!
Desses abraços apertados, marcados.
E poder te oferecer o meu abraço...

Autoria: Celi Luzzi.


Sei que o "dia"  do abraço já passou...
Mas também considero que "dia de abraço" é todo dia!
Dia de ternura, de carinho...


Não importa se o "abraço" é dado por um ser "igual" ou "diferente"...
(alias, não entendo bem essa história de diferenças!)


Mas quero aprender a "entender" esse "Amor Maior"
(...e isso tenho certeza, estou aprendendo...)


 Isso é imensurável!!!


Queridos(as) amigos(as)! Deixo aqui um abraço imenso, carinho e 
desejo de que sejam felizes todos os dias!
Não tenho conseguido visitar, deixar comentários e não vou 
aqui "justificar" com a "falta de tempo", já que tudo
 é uma questão de escolhas! 
Escolhemos e vamos nos adaptando!
Também estou com dificuldade para "remover" um Blog
 que não sei da onde "saiu" e aparece na lista dos Blogs que
sigo...o conteúdo desse Blog nada tem de positivo, 
 jamais seguiria, mas... Continuo tentando!
(se alguém quiser deixar alguma sugestão agradeço...)


Que nossos corações continuem "batendo" na sintonia do amor Universal!

Paz, amor, alegria, felicidade, muitos abraços!!!

Nice.




quinta-feira, 17 de julho de 2014

Tempo...Devorador ou construtor?


Os acontecimentos seguem o seu curso natural. O Big beng, o surgimento dos planetas e da vida na terra. O desenvolvimento das civilizações, a criação de novas tecnologias perante novas necessidades, o crescimento das cidades. Tudo isso foi acontecendo com o passar de milhares de anos.
    A espécie humana evoluiu de forma significativa, de modo a ampliar cada vez mais a sua percepção a respeito da natureza e do mundo. Conforme a evolução foi aparecendo novas necessidades, as quais o homem supriu com o desenvolvimento de novas tecnologias.

    Também apareceram novos objetivos, que o homem conseguiu alcançar aos poucos; em alguns casos, somente depois de infinitas tentativas que determinados objetivos forma realizados com sucesso.
    E nesse tempo todo, acabou se desenvolvendo a coisa mais importante, a capacidade do homem de pensar de forma racional. No início de tudo, ele seguia os seus instintos, portanto o pensamento racional não era a característica mais marcante do homem naquele período. 

Ao longo de todos esses milhares de anos, o homem passou a usar cada vez mais a sua racionalidade, deixando o pensamento instintivo para trás.

     Analisando a situação por esses aspectos, o tempo não pode ser considerado o devorador de coisas, e sim o construtor. O tempo ajudou a construir todos os atributos que a nossa espécie possui hoje em dia; seja a capacidade de pensar racionalmente ou o nosso esforço para desenvolver cada vez mais o que já existe. 

Só o tempo é capaz de fazer as coisas acontecerem, só ele é capaz de fazer uma sociedade se desenvolver tanto como a nossa conseguiu.

(Desconheço a autoria do texto, se alguém souber, por favor, me diga para que possa dar os devidos créditos.).


Foi questionando-me em relação ao "tempo" 
que encontrei esse texto!
Como nada é por acaso, mesmo sem saber
 a autoria, resolvi compartilhar!
Hoje,(em determinados dias) quando a noite
chega nos encontramos perplexos diante da "rapidez"
com que as horas correram!
Nos "queixamos" de não termos mais "tempo" para uma "visitinha"
 ao amigo(a) que a muitos dias nem noticias temos...
Corremos sem rumo, sem noção das horas, sem motivos
 que "justifiquem" tanta correria!

Dizemos que não temos !!!


Porque...


E afinal, quando realmente descobrimos que...



 Então aproveitemos muito bem o tempo...

Que "ele" não seja um devorador, mas um construtor de novos caminhos, um "orvalho" que faz com que as sementes brotem, as virtudes germinem e o amor, nosso passaporte para mundos felizes, seja o nosso companheiro inseparável em todos os momentos de nossa vida!

Feliz todos os dias! Muita paz, muita luz...Esperança sempre!
Um abraço.
Nice.




sábado, 14 de junho de 2014

Aprender a pensar é descobrir o olhar...







A diferença entre ver e olhar é tanto uma distinção semântica que se torna importante em nossos sofisticados jogos de linguagem tomada da tarefa de compreender a condição humana – e, nela, especialmente as artes –, quanto um lugar comum de nossa experiência. Basta pensar um pouco e a diferença das palavras, uma diferença de significantes, pode revelar uma diferença em nossos gestos, ações e comportamentos. Nossa cultura visual é vasta e rica, entretanto, estamos submetidos a um mundo de imagens que muitas vezes não entendemos e, por isso, podemos dizer que vemos e não vemos, olhamos e não olhamos. O tema ver-olhar – antigo como a filosofia e a arte – torna- se cada vez mais fundamental no mundo das artes e estas o território por excelência de seu exercício. Mas se as artes nos ensinam a ver – olhar é porque nos possibilitam camuflagens e ocultamentos. Só podemos ver quando aprendemos que algo não está à mostra e podemos sabê-lo. Portanto, para ver olhar, é preciso pensar.




Ver está implicado ao sentido físico da visão. Costumamos, todavia, usar a expressão olhar para afirmar outra complexidade do ver. Quando chamo alguém para olhar algo espero dele uma atenção estética, demorada e contemplativa, enquanto ao esperar que alguém veja algo, a expectativa se dirige à visualização, ainda que curiosa, sem que se espere dele o aspecto contemplativo. Ver é reto, olhar é sinuoso. Ver é sintético, olhar é analítico. Ver é imediato, olhar é mediado. A imediaticidade do ver torna-o um evento objetivo. Vê-se um fantasma, mas não se olha um fantasma. Vemos televisão, enquanto olhamos uma paisagem, uma pintura.


A lentidão é do olhar, a rapidez é própria ao ver. O olhar é feito de mediações próprias à temporalidade. Ele sempre se dá no tempo, mesmo que nos remeta a um além do tempo. Ver, todavia, não nos dá a medida de nenhuma temporalidade, tal o modo instantâneo com que o realizamos. Ver não nos faz pensar, ver nos choca ou nem sequer nos atinge. As mediações do olhar, por sua vez, colocam-no no registro do corpo: no olhar – ao olhar - vejo algo, mas já vitimado por tudo o que atrapalha minha atenção retirando-a da espécie sintética do ver e registrando- a num gesto analítico que me faz passear por entre estilhaços e fragmentos a compor – em algum momento – um todo. O olhar mostra que não é fácil ver e que é preciso ver, ainda que pareça impossível, pois no olhar o objeto visto aparece em seus estilhaços de ser e só com muito custo é que se recupera para ele a síntese que nos possibilita reconstruir o objeto. É como se depois de ver fosse necessário olhar, para então, novamente ver. Há, assim, uma dinâmica, um movimento - podemos dizer - um ritmo em um processo de olhar-ver. Ver e olhar se complementam, são dois movimentos do mesmo gesto que envolve sensibilidade e atenção.



O olhar diz-nos que não temos o objeto e, todavia, nos dispõe no esforço de reconstituí-lo. O olhar nos faz perder o objeto que visto parecia capturado. Para que reconstituí-lo? Para realmente captura-lo. Mas essa captura que se dá no olhar é dialética: perder e reencontrar são os momentos tensos no jogo da visão. Há, entretanto, ainda outro motivo para buscar reconstruir o objeto do olhar: para não perder além do objeto, eu mesmo, que nasço, como sujeito, do objeto que contemplo – construo enquanto contemplo. Olhar é também uma questão de sobrevivência. Ver, por sua vez, nos liberta de saber e pode nos libertar de ser. Se o olhar precisa do pensamento e ver abdica dele, podemos dizer que o sujeito que olha existe, enquanto que o sujeito que vê, não necessariamente existe. Penso, logo existo: olho, logo existo. Eis uma formulação para nosso problema.



 Mas se não existo pelo ver, não estou implicado por ele nem à vida, nem à morte. Ver nos distancia da morte, olhar nos relaciona a ela. O saber que advém do olhar é sempre uma informação sobre a morte. A morte é a imagem. A imagem é, antes, a morte. Ver não me diz nada sobre a morte, é apenas um primeiro momento. Ver é um nascimento, é primeiro. O olhar é a ruminação do ver: sua experiência alongada no tempo e no espaço e que, por isso, nos instaura em outra consistência de ser. Por isso, nossa cultura hipervisual dirige-se ao avanço das tecnologias do ver, mas não do olhar. É natural que venhamos a desenvolver uma relação de mercadoria com os objetos visualizáveis e visíveis. O olhar implica de sua parte, o invisível do objeto: a coisa. Ele nos lança na experiência metafísica. Desarvoramos a perspectiva, perturba-nos. Por isso o evitamos. Todavia, ainda que a mediação implicada no olhar faça dele um acontecimento esparso, pois o olhar exige que se passeie na imagem e esse passear na imagem traça a correspondência ao que não é visto, é o olhar que nos devolve ao objeto – mas não nos devolve o objeto - não sem antes dar-nos sua presença angustiada.



O olhar está, em se tratando do uso filosófico do conceito, ligado à contemplação, termo que usamos para traduzir a expressão Theorein, o ato do pensamento de teor contemplativo, ou seja, o pensar que se dá no gesto primeiro da atenção às coisas até a visão das idéias tal como se vê na filosofia platônica. Paul Valéry disse que uma obra de arte deveria nos ensinar que não vimos àquilo que vemos. Que ver é não ver. Dirá Lacan: ver é perder. Perder algo do objeto, algo do que contemplamos, por que jamais podemos contemplar o todo. O que se mostra só se mostra por que não o vemos. Neste processo está implicado o que podemos chamar o silêncio da visão: abrimo-nos à experiência do olhar no momento em que o objeto nos impede de ver. Uma obra de arte não nos deixa ver. Ela nos faz pensar. Então, olhamos para ela e vemos.

Texto de Márcia Tiburi: Graduada em Filosofia e Artes e Mestre e Doutora em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.



Essa mensagem nos faz um convite e nos alerta também...
Será que estamos vendo de forma clara?
Conseguimos captar o real sentido daquilo que vemos?
Ou apenas olhamos...?



Esse "olhar" de forma mais abrangente, mais demorado...
Treinamos para olhar e ver?
Ou estamos limitados ao circulo "vicioso" de "ver sem enxergar"...
Sem sentir, sem termos noção da beleza de cada detalhe...


Olhe!

Observe!


Aplauda cada dia, o Sol, a Chuva,
 o Céu, o Mar, as Estrelas...
A Natureza em festa...
Brindemos a vida...
Agradeçamos ao Criador!
Com esse novo olhar!
Feliz vida!
Um abraço, muito carinho...
Nice.





domingo, 18 de maio de 2014

TORNE SEU DIA MAIS LEVE E ALEGRE...


TORNE SEU DIA MAIS LEVE E ALEGRE.

Trânsito parado. Pessoas correm de um lado para o outro. Buzinas de carros. Esse é o cenário típico da vida nas grandes cidades. Nesse caos rotineiro, é importante parar e focar no que agrega satisfação para você. Algo como uma recompensa por um dia estafante ou até mesmo uma forma de buscar momentos especiais e tornar o dia mais leve.

Nessa hora, nada melhor do que adoçar o seu dia! Você pode reunir mecanismos como gentileza, amizade, altruísmo e generosidade num encontro com amigos para um lanchinho da tarde. Rever pessoas queridas sempre traz benefícios emocionais e fortalece a consciência de nosso papel social.

Outra forma de se sentir bem é se presentear com algo que goste a cada três tarefas obrigatórias cumpridas. Por exemplo, terminou aquele trabalho que vinha consumindo seu tempo livre há meses? Então, que tal se presentar com uma voltinha no quarteirão, uma lembrancinha naquela loja querida - se você está com as finanças em dia - ou um banho de mar em plena terça-feira?

Tornar a vida mais alegre de ser vivida é tarefa das mais simples e deve ser perseguida por todos. "Tornar a vida mais alegre de ser vivida é tarefa das mais simples e deve ser perseguida por todos." Somente assim teremos satisfação para continuar exercendo nossas funções rotineiras com mais vigor. É importante lembrar que o lazer e a satisfação pessoal são ingredientes riquíssimos na busca por uma vida equilibrada. E adoçar o dia com pequenos gestos de carinho com você e com os que o cercam é fundamental. Uma das maneiras de se amar é buscar a auto realização por meio do conhecimento do próprio eu. Olhar para dentro e perceber o que pode tornar o seu dia mais dinâmico e satisfatório.

Pergunte-se:

Que atitudes posso tomar para me sentir melhor?

Como influenciar as pessoas ao meu redor a viverem de uma forma tão realizada quanto eu me proponho nesse momento?

Treinar esses pensamentos é o primeiro passo para trazer mais docilidade ao seu dia. O segundo é colocá-los em prática!

Busque o encontro consigo mesmo independente do dia da semana. Não reserve o lazer e a realização apenas para o final de semana. Coisas boas podem - e devem - acontecer numa segunda ou quarta-feira.
Reunir pessoas queridas é especial, uma forma de entrar em contato com você através do encontro com o próximo.
Organização ajuda a simplificar a vida. Que tal colocar as coisas do seu jeito?
Por que não presentar alguém querido com algo preparado manualmente por você? Pode ser uma sobremesa, um desenho, qualquer coisa que faça o outro pensar o quanto é importante na sua vida.
Não se esqueça da regra: "Gentileza gera Gentileza". Logo, tratar bem os vizinhos e pessoas perto de você pode voltar como energia purificante.
Adoçar a si mesmo é adoçar a vida. Autoconhecimento é fundamental para uma vida plena.


Texto de Rachel Lopes, jornalista e produtora de conteúdo com enfoque gastronômico. Apaixonada por culinária, fez diversos cursos no Senac do Rio de Janeiro. 




Abra as janelas da alma, deixe o Sol entrar!


Observe a "simplicidade" e permita-se viver de forma simples e verdadeira!



Aqueça o coração com os melhores sentimentos!


Você tem a "chave" da porta que abre 
sua casa mental, então decida...
Abra sua mente, sinta alegria em viver 
e conviver, renove-se...


Ilumine-se e ajude a iluminar o mundo!


Esteja em paz!...


Feliz final de semana... 

Sejamos muito felizes todos os dias!

Um abraço.

Nice.